sexta-feira, 5 de abril de 2013

Questões HPF- Estudo dirigido


1) Com a abertura dos feudos, a perda do poder da Igreja e as Grandes navegações o homem que antes acreditava que Deus estava no centro de tudo, passou a acreditar que ele mesmo estava no centro. Sendo assim, ele teve que construir sua subjetividade, a partir de sua vontade. Surge então a busca por cuidar de si e a melhora da própria vida. O homem não estava mais onde a vontade divina (o clero) determinava. Um fator importante tb é que com as Grandes navegações várias culturas se aproximaram o que aumentou a angústia do homem pois ele teria de escolher e construir a si próprio como ser humano pensante e responsável por si.

2) Idade Média: o homem está onde a vontade divina permite; não possui subjetividade pois não há vontade ou questionamento. Deus está no centro de tudo e não existed noções de privacidade e busca de conhecimento. Qualquer manifestação artística é uma manifestação divina então os artistas não assinam suas obras. Teocentrismo.
Idade Moderna: o homem está no centro de tudo, angustiado, procura o que é bom para si e qual é a sua vontade. Surge a escolha, as noções de subjetividade, de privacidade e o cuidar de si. Deus não está mais no centro e sim acima de tudo, ele cria o mundo e o deixa funcionando por suas próprias leis. Os artistas criam e agora assinam suas obras. Antropocentrismo.

3) Idade Media: canto gregoriano, usado para deixar as pessoas em estado de subserviência. Canto coral em uníssono, com letras conhecidas e repetitivas para afirmação do já sabido.
Renascimento: uma confusão com vários sons e vozes em desarmonia. Falta estrutura melódica e harmonia.

4) Dom Quixote: o mergulho na interioridade. Fantasia. Sem contato com a realidade subjetiva.
Santo Inácio: a angústia do homem é ter poder de escolha. Então ele entrega sua liberdade para Deus por vontade própria. Manual de instruções para levar o perdido de Volta pra Deus por meio de exercícios espirituais. Disciplina e salvação em Deus.
Maquiavel: um homem apenas que tem o poder de conhecimento e escolha, mesmo que por meios excusos. Medida contra a fragmentação levando o poder para um homem só. Baixa ética e moral.

5) Santo Inácio: poder para Deus e orientação para todos.
Maquiavel: poder para um e submissão a ele. Orientação para um dominante.
Paralelo entre os dois: ambos restringem a liberdade e forçam a desconstrução do eu.


6) Montagne: a glorificação do eu não é absoluta e o homem é um ser insignificante. Mais perguntas que respostas.
Erasmo de Rotterdan: defensor da hipocrisia para a convivência entre os homens. Necessário o controle das funções corporais. A criação do eu social.





7) Dissociando corpo e mente e coloca do a Verdade como sendo a razão. Separou subjetividade do científico e o uso da razão para se chegar à ela.

8) Santo Inácio: a Verdade é Deus e o caminho é a meditação. Descartes: a verdade existe no uso da razão e no uso correto das leis matemáticas e geométricas.

9) A razão é o Eu e se o homem perde a razão perde a si mesmo. Os loucos são segregados do convívio social para o "bem" da sociedade.

10) Demoníaca e egoísta. O homem só busca poder e vanglória.

11) Os moralistas foram os primeiros observadores do comportamento humano.

12) O Eu público é caracterizado pela polidez e hipocrisia para o bom convívio em sociedade; já o Eu    Privado é o que dá vazão aos instintos. O que é excluído emerge como mundo íntimo.